| O Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (PNUD) divulga todos os anos o Índice de Desenvolvimento
Humano (IDH). A elaboração do IDH tem como objetivo oferecer um
contraponto a outro indicador, o Produto Interno Bruto (PIB), e parte do
pressuposto que para dimensionar o avanço não se deve considerar
apenas a dimensão econômica, mas também outras
características sociais, culturais e políticas que influenciam a
qualidade da vida humana.
No IDH estão equacionados três sub-índices direcionados
às análises educacionais, renda e de longevidade de uma
população. O resultado das análises educacionais é
medida por uma combinação da taxa de alfabetização
de adultos e a taxa combinada nos três níveis de ensino
(fundamental, médio e superior). Já o resultado do
sub-índice renda é medido pelo poder de compra da
população, baseado pelo PIB per capita ajustado ao custo de vida
local para torna-lo comparável entre países e regiões,
através da metodologia conhecida como paridade do poder de compra (PPC).
E por último, o sub-índice longevidade tenta refletir as
contribuições da saúde da população medida
pela esperança de vida ao nascer.
A metodologia de cálculo do IDH envolve a transformação
destas três dimensões em índices de longevidade,
educação e renda, que variam entre 0 (pior) e 1 (melhor), e a
combinação destes índices em um indicador síntese.
Quanto mais próximo de 1 o valor deste indicador, maior será o
nível de desenvolvimento humano do país ou região.
Fonte: PNUD/Atlas de Desenvolvimento Humano (http://www.pnud.org.br/)
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